5 problemas gerados por crianças viciadas em games em tablets e smartphones

Crianças com problemas de desenvolvimento mental, rendimento escolar ou mau comportamento por causa do uso excessivo de aparelhos eletrônicos não é exatamente uma novidade. Pais e mães de gerações passadas já viram esse filme.

Se há algumas décadas o consumo exagerado de desenhos e programas infantis preocupava os pais, hoje são os games tecnológicos que estão levando os genitores a buscar ajuda especializada para tratar o vício de seus filhos.

Mudou também o suporte da tela: antes, a televisão reinava na sala, no quarto, na cozinha ou em qualquer outro cômodo da casa. Agora, a fácil portabilidade dos tablets e smartphones amplifica o alcance dos pequenos aos jogos virtuais. E há sérias razões para se preocupar. Veja algumas delas:

1) Atraso no desenvolvimento mental

Segundo especialistas, a exposição excessiva a produtos tecnológicos pode acelerar o crescimento do cérebro de bebês de 0 a dois anos. Isso pode prejudicar as funções executivas da criança e acarretar em problemas como déficit de atenção, além de atrasos cognitivos.

Outro problema comum é o retardamento da capacidade de aprendizagem, com prejuízos para o rendimento escolar.

2) Alterações e distúrbios do sono

O aprendizado infantil também está relacionado a hábitos de rotina, como o sono. Os pesquisadores já observaram que os pais não costumam monitorar o consumo de tecnologia por seus filhos dentro dos quartos.

Isso significa que, à noite, muitas crianças têm a companhia de seus aparelhos na cama. Além de emitir luz, os gadgets deixam mais agitadas, prejudicando a qualidade do sono.

3) Comportamento agressivo

A alta carga de tensão e de velocidade dos conteúdos presentes nos games pode diminuir as capacidades de concentração e de memória das crianças, gerando falta de atenção.

Já os temas de violência dos jogos podem alterar sua conduta e estimular impulsividade e comportamentos agressivos, já que as crianças tendem a reproduzir na esfera real as situações vivenciadas nos jogos virtuais.

4) Radiação

Os pequenos são mais sensíveis a agentes que emitem radiação, o que aumenta a probabilidade de eles contraírem doenças como o câncer.

Aparelhos celulares são classificados pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como agentes de risco na emissão de radiação.

5) Superexposição

Crianças expostas constantemente à tecnologia são um alvo mais vulnerável e estão sujeitas a serem exploradas e vítimas de abuso por pedófilos e pessoas mal-intencionadas na rede.

Como vimos acima, não faltam motivos para preocupar os pais quando o assunto é o uso excessivo de aparelhos eletrônicos por crianças: da segurança ao desenvolvimento mental. Por outro lado, o emprego adequado dessas ferramentas pode trazer muitas vantagens no desenvolvimento do seu filho. Confira o post que publicamos no nosso blog.

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